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A Nossa Missão
A SPEA é uma ONG de ambiente sem fins lucrativos, que tem por missão trabalhar para o estudo e a conservação das aves e seus habitats, promovendo um desenvolvimento que garanta a viabilidade do património natural para usufruto das gerações futuras.
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Resultados
Combate ao uso ilegal de venenos

Brigadas cinotécnicas

No âmbito do Life Rupis foram formadas duas brigadas da GNR com cães especificamente treinados para detetar venenos. Estas brigadas cinotécnicas já estão no terreno a acompanhar vários casos que causaram a morte de animais selvagens e domésticos.


Demonstração de uma brigada cinotécnica criada com o Life Rupis. Foto: SPEA

Para que estas equipas possam deslocar-se no terreno, adquirimos duas viaturas e um barco especialmente adaptados para o efeito.

Protocolos para análises

Desenvolvemos ainda protocolos para identificação toxicológica de contaminantes – como venenos e metais pesados – em britangos (tanto de indivíduos vivos capturados e libertados de seguida como de aves mortas encontradas no terreno).



Atitudes das populações locais

Para perceber as atitudes da população local quanto ao uso de venenos, foi realizado um inquérito em 2016. A análise dos dados obtidos no inquérito serviu de base a uma tese de mestrado: "Investigating the social aspects and conservation implications of wild animal poisoning in Portugal”, por Josh Taylor.

Para avaliar o impacto do projeto na aceitação e prevalência do uso de venenos, será realizado novo inquérito antes do final do projeto.

Correção de linhas elétricas

Graças ao Life Rupis, a região tem agora menos linhas elétricas perigosas para as aves. Já foram desmantelados ou corrigidos mais de 20km de linhas elétricas com as quais as aves estavam em risco de colidir. E para que as aves não sejam eletrocutadas nos postes elétricos, 143 postes foram desmantelados ou equipados com elementos protetores.


Para definir quais as linhas e postes prioritários para intervenção, as equipas do projeto Rupis fizeram mapas das linhas elétricas, analisaram o risco que cada linha põe às aves, e definiram prioridades.


Alimentação suplementar

Para ajudar as espécies a superar as dificuldades causadas pela diminuição do aumento disponível, o projeto Life Rupis desenvolveu uma estratégia para lhes proporcionar alimento suplementar.

Águias-perdigueiras

Para as águias-perdigueiras, foram recuperados 22 pombais tradicionais, que são geridos pelo projeto para proporcionar presas adicionais.

Britangos e outras aves necrófagas

Para ajudar os britangos, milhafres-reais, e outras aves necrófagas, o Life Rupis está a estabelecer uma rede de alimentadores artificiais: campos vedados onde são colocados restos provenientes de talhos locais, bem como carcaças de animais com cujos proprietários celebrámos acordos para o efeito.
Foram criados ou recuperados 11 alimentadores artificiais para abutres, nos quais já foram colocados mais de 20000kg de comida desde 2016.


O projeto avaliou ainda a implementação dos regulamentos sanitários da UE no que toca a deixar no terreno as carcaças de gado que morre nos campos, em lugar de as remover. Com base nesta avaliação, o Life Rupis publica um conjunto de recomendações.


Compra de terrenos para ações de conservação

Uma das formas de garantir que o impacto do projeto Life Rupis se prolonga para lá da duração do projeto é a aquisição de terrenos que os parceiros do projeto passam a gerir. Para além de ações diretas de proteção de ninhos, redução da perturbação humana e criação de planos estratégicos para conservar os britangos e as águias-perdigueiras, o objetivo é também que estes terrenos venham a servir de exemplo de boas práticas em áreas como a agricultura, caça, pastorícia, produção florestal e de gado, ou o turismo.

Divulgação ao público e valorização de atributos turísticos e produtos locais

Rede de proprietários "Amigos do Britango"

Para promover o uso sustentável dos valores naturais das Arribas do Douro, e a ligação entre a conservação da natureza e atividades como a agricultura e a criação de gado, o projeto Life Rupis criou a Rede de Proprietários Amigos do Britango. Esta iniciativa pretende integrar e destacar proprietários e produtores que procuram ativamente conjugar as suas práticas com um desenvolvimento sustentável das Arribas do Douro, para que possam trocar experiências entre si e beneficiar do trabalho e experiência do projeto Rupis.

ObservArribas – Festival Ibérico de Natureza das Arribas do Douro

Este festival – que atraiu cerca de 800 participantes na primeira edição, e mais de 1000 na segunda – tem como principal objetivo a promoção dos valores naturais e culturais das Arribas do Douro, e a criação de laços ainda mais estreitos entre as atividades de Natureza em Portugal e Espanha. Co-organizado pelos parceiros do projeto Life Rupis e pela Câmara Municipal de Miranda do Douro, o festival apresenta também uma forte aposta no turismo sustentável. Mais informação aqui.

ObservArribas 2018


Outras ações de divulgação

Transmitimos também as mensagens do projeto Life Rupis ao público através de eventos, relações de imprensa, interações nas redes sociais e outras atividades online e offline.

Post de facebook a realçar uma notícia sobre o projeto Life Rupis.

O projeto participa ainda ativamente na divulgação das potencialidades da região e das práticas amigas do ambiente, em palestras, reuniões e eventos tão variados como o festival de observação de aves de Sagres, a Ovibeja e a Bolsa de Turismo de Lisboa.[link para apresentações]

Educação ambiental

Mais de 1000 estudantes de ambos os lados da fronteira já participaram em atividades de educação ambiental promovidas pelo Life Rupis. Organizámos ainda workshops para professores, e desenvolvemos materiais educacionais.

Alunos em Mogadouro a observar abutres no âmbito de uma ação de educação ambiental do Life Rupis. Foto: Luís Queiros



Ciência

Desde censos de ninhos e avaliação da sua vulnerabilidade à avaliação do estado das populações de espécies-presa ou à monitorização de britangos por GPS, os dados recolhidos no âmbito do projeto Life Rupis são um contributo importante para a comunidade científica.







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